domingo, 13 de fevereiro de 2011

PÔSTER DO ATLÉTICO BRASILEIRÃO 2010


Clube Atlético Mineiro


Clube Atlético Mineiro, conhecido popularmente como Galo, é uma agremiação esportiva sediado em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais. É o mais antigo clube de futebol de Minas Gerais em atividade, fundado a 25 de março de 1908.[4][5]

Segundo pesquisa da Revista Placar de 2004, a torcida do Atlético Mineiro é a maior de Minas Gerais e da Região Metropolitana de Belo Horizonte.[6] Outras pesquisas indicam ser a segunda maior do estado e da capital, embora a margem de erro destas deixem em aberto tal afirmação.[7] É a torcida que mais compareceu ao estádio em toda a história do Brasileirão.[8]

Ao longo de sua história, o Atlético se transformou no clube brasileiro que mais conquistou títulos oficiais no século XX.[9] A informação foi publicada na edição da Revista Placar de novembro de 2007, que trouxe uma tabela dos clubes brasileiros que mais títulos conseguiram entre os anos de 1901 e 2000. O Galo encabeça a lista com 41 títulos, seguido pelo Grêmio (40 títulos) e pelo Palmeiras (39 títulos).

O Atlético possui a melhor estrutura futebolística do país. O levantamento foi feito por iniciativa do SporTV, em parceria com o Curso de Especialização em Futebol da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Pesquisadores da instituição de ensino elaboraram um caderno de avaliação, utilizando critérios objetivos para estabelecer o ranking das melhores estruturas de preparação.[10] O centro de treinamento do Atlético Mineiro, conhecido como a Cidade do Galo, atualmente é um dos mais modernos e avançados do mundo.[11]

PÔSTER DO ATLÉTICO CAMPEÃO MINEIRO DE 2010


Galo faz 2 a 0 no Ipatinga e conquista seu 40º título estadual

Atlético derrota o Ipatinga e conquista título do Campeonato Mineiro pela 40ª vez

Diego Tardelli e Marques fazem os gols e Galo levanta a taça no Mineirão

02/05/2010 - 18h11
Fonte: Globominas.com

Rodrigo Fuscaldi, do Globoesporte.com

O Ipatinga tentou, marcou forte, atacou, mas não conseguiu evitar o que parecia inevitável. Com gols de Diego Tardelli e Marques, o Atlético venceu o Tigre por 2 a 0 e conquistou o título do Campeonato Mineiro 2010.


ATLÉTICO 2 X 0 IPATINGA

Atlético
Aranha, Carlos Alberto, Jairo Campos, Werley e Leandro (Junior); Zé Luís, Correa Cáceres), Fabiano e Ricardinho; Muriqui (Marques) e Diego Tardellli. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Ipatinga
Mateus, Afonso, Silvio, Eber, Max e Luizinho (Joabe); Max Carrasco, Leanderson, Javier Reina (Patrick) e Marinho Donizete; Francismar (Muller) e Danilo Dias. Técnico: Gilson Kleina

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 02/05/2010
Árbitro: Paulo César Oliveira
Auxiliares: Alessandro Matos (Fifa-BA) e Marcelo Gasse (Fifa-SP)
Gols: Diego Tardelli, aos 25 e Marques, aos 42 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Silvio, Reina e Marinho Donizete(Ipatinga); Werley e Fabiano (Atlético)


Galo Doido no traço de Charles Heringer


Galo no traço de Charles Heringer

História

No início da década de 30 existia nas rinhas de Belo Horizonte um galo Carijó “forte e vingador” que arrasava todos os seus adversários. Com o Clube Atlético Mineiro não era diferente, pois vencia todos seus visitantes. Em 1945, o chargista Fernando Pierucetti, o "Mangabeira", a pedido do Editor do Jornal Folha de Minas, o jornalista Álvares Maciel, recebeu a incumbência de desenhar o mascote do Clube Atlético Mineiro e de outras equipes mineiras. Com o objetivo de encontrar um “mascote” que se identificasse com a torcida e com o Clube, Mangabeira redesenhou o Galo forte vingador. “O Atlético sempre foi um time de raça. Mais parece um galo de briga, que nunca se entrega e luta até morrer”, disse o chargista.

Outro elemento que contribuiu para a associação do galo ao Clube foi o comportamento do time atleticano na época. "Os times mineiros perdiam os jogos para os clubes dos outros estados, mas estes eram invariavelmente batidos quando encaravam o Atlético. Daí a ideia de Galo Vingador."

Um grande popularizador do mascote foi o ex-jogador Zé do Monte, que defendeu o Atlético nos anos 50. No período em que atuou no clube, ele sempre entrava em campo segurando um galo carijó. Com a conquista do Pentacampeonato Estadual de 1952 a 1956 e o advento do Mineirão, na década de 60, a Massa Atleticana adotou o grito de "Galo!", entoando-o nos estádios por onde o Atlético jogava e popularizando de vez o mascote.

Em 1976, o Atlético foi o primeiro clube no mundo a utilizar torcedores infantis como mascotes. Idealizado pelo Diretor de Relações Públicas da época, Ronan Ramos de Oliveira, as crianças passaram a entrar com a equipe em campo, antes dos jogos. Sem falhar em nenhuma partida, até hoje os atleticanos e atleticanas mirins fazem a festa no gramado dos estádios onde o Galo joga.

Coube também ao Atlético ser o primeiro clube a criar a fantasia de mascote. Em 1980 foi lançado o primeiro “Galo”, que acompanhava as crianças e os jogadores na entrada em campo.

Em 2005, com uma nova roupagem, o “Galo” reapareceu no jogo Atlético x Flamengo (03/07), em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.

Pulgão mascote da galoucura


Pulgão mascote da galoucura torcida organizada do atlético

Alexandre Kalil


Biografia

Alexandre Kalil, natural de Belo Horizonte, é o 43° presidente da história do Atlético. Filho do saudoso Elias Kalil, tomou posse no dia 30 de outubro de 2008 para o triênio 2009/11. Sua chapa, formada com Daniel Nepomuceno, venceu as de Sérgio Bias Fortes e Itamar Vasconcelos. Kalil obteve 271 votos contra 130 de Bias Fortes e 1 de Itamar[1].

História no Atlético

Presidente do Conselho Deliberativo

- Posse no dia 14 de outubro de 1999;
- Reeleito e posse no dia 14 de outubro de 2004 até 29 de julho de 2006

Presidente do Clube Atlético Mineiro

Eleito no dia 30 de outubro de 2008, Kalil assumiu o Atlético com a missão de administrar o clube de maneira transparente e responsável. Suas primeiras ações na presidência foram voltadas aos torcedores: reduziu o preço dos ingressos para os jogos na reta final do Brasileirão e obteve a liberação das bandeiras no Mineirão[2]. No dia 12 de novembro, 42.182 torcedores 'recepcionaram' a volta de Kalil para o Atlético ao coro de 'ÔÔÔ...o Kalil voltou' . Na ocasião, o Galo goleou o Vasco da Gama por 4 a 1.

Logo no ano de 2009, Kalil montou uma equipe que era desacreditada por muitos, mas o Galo foi um dos destaques do Campeonato Brasileiro. Contratou jogadores como Diego Tardelli, Corrêa e Ricardinho. No final do ano, mesmo com o Atlético fechando a competição em 7° lugar, venceu o Troféu Guará de melhor dirigente do ano. Em 2010, veio o primeiro título como mandatário do clube. Sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, o clube conquistou o 40° título mineiro após duas vitórias diante o Ipatinga. O segundo semestre alvinegro foi ruim, mas Kalil teve pulso firme para aguentar a pressão e manteve Luxemburgo por 24 rodadas no Brasileirão. A saída do técnico e a chegada de Dorival Júnior deu ao Galo uma reação espetacular no final da competição, garantindo o Atlético na elite do futebol nacional. Durante toda a temporada 2010, o presidente buscou nomes de peso para vestir a camiseta do Galo, como Diego Souza (craque do Campeonato Brasileiro de 2009), Réver (3° melhor zagueiro do nacional anterior), Edison Mendez (craque da Libertadores de 2008), Obina, Daniel Carvalho, entre outros.

Quase em todas as contratações, Kalil divulga os reforços do Galo via twitter, gerando suspense e ansiedade tanto pela torcida, quanto pela imprensa. O sucesso é tamanho, que o seu twitter é o que possui o maior número de seguidores no Estado de Minas Gerais[3], e outros presidentes de clubes presidentes seguiram a ideia do presidente do Atlético.

Diego Tardelli


Estreia no Galo

A estreia do atacante aconteceu no dia 17 de janeiro de 2009 e contra o maior rival do Galo: o Cruzeiro. O jogo ocorreu na cidade de Montevidéu (Uruguai), e foi válido pelo Torneio de Verão. O clube alvinegro acabou perdendo a partida, mas Diego Tardelli fez os dois gols do Galo na derrota por 4 a 2[4]. O primeiro gol do camisa 9 pelo Atlético ocorreu em uma batida de pênalti. Já o segundo originou de um cruzamento do lateral-esquerdo Thiago Feltri e o atacante chutou de primeira no canto esquerdo da meta celeste. Além disso, terminou a competição como artilheiro, com 3 gols.

O atacante teve um início de muitos gols pelo Galo. Além de ter sido o artilheiro do Torneio de Verão, realizado no Uruguai, o camisa 9 teve uma média de 1 gol por partida no Campeonato Mineiro. Em 16 partidas em que esteve em campo, ele marcou 16 gols e fez com que o Galo voltasse a ter o principal artilheiro da competição[5], fato que não acontecia desde o ano de 2003. Naquela ocasião, o centroavante Guilherme balançou as redes adversárias em 13 oportunidades. Os dois únicos clubes que não sofreram gol do goleador foram o Villa Nova e o América. As 9 equipes restantes levaram, pelo menos, 1 gol do jogador. Na partida contra o Uberaba no Mineirão, o camisa 9 marcou três gols. Como consequência da boa exibição no Estadual, conquistou três prêmios do Troféu Globo Minas: o de melhor atacante, o de artilheiro e o craque do Campeonato Mineiro.

Zé Luís


Biografia

José Luís Santos da Visitação, mais conhecido como Zé Luís, é um volante de futebol revelado no Mogi Mirim e está em sua segunda passagem pelo Atlético. A primeira aconteceu em 2004 e o jogador fez 48 jogos e marcou 4 gols. Natural de Salvador, Bahia, teve grandes passagens pelo São Caetano e São Paulo, antes de retornar ao Galo. Sua contratação foi confirmada no dia 29 de janeiro de 2010[1], mesmo dia de sua apresentação na Cidade do Galo[2].

Leonardo Silva


Biografia

Leonardo Fabiano da Silva e Silva, mais conhecido como Leonardo Silva, é um zagueiro de futebol revelado nas categorias de base do América do Rio. No clube carioca, permaneceu até 2001 quando foi defender o Brasiliense. Na equipe do Distrito Federal, venceu dois títulos, além de ser vice-campeão da Copa do Brasil de 2002. Em 2004 teve um rápida passagem pelo Bahia, antes de se transferir ao Palmeiras. No alviverde, foram poucos jogos e alguns empréstimos, como Juventude, Portuguesa, Al-Wahda, Vitória e Cruzeiro. Após uma boa passagem no Vitória em 2008, foi repassado ao Cruzeiro em 2009, clube que desempenhou um bom futebol e foi negociado em 2010. Sofreu uma lesão no meio da temporada e ficou afastado do elenco celeste. Após o fim do contrato, não chegou a um acordo e ficou livre para negociar com qualquer equipe. No dia 5 de janeiro de 2011, Alexandre Kalil confirmou o acerto com o jogador por duas temporadas[1][2].

Diego Souza


Biografia

Início promissor

Diego de Souza Andrade, mais conhecido como Diego Souza, é um meia-atacante revelado nas categorias de base do Fluminense. Ainda no início de sua carreira, atuava com segundo volante, com boa saída de bola e chutes potentes. Na equipe profissional do Flu, atuou em 69 partidas e marcou 5 gols, além de conquistar o Campeonato Carioca de 2005. Suas boas exibições chamaram a atenção do Benfica, que contratou o jogador. Entretanto, utilizou a camisa do clube português em poucas ocasiões e foi emprestado ao Flamengo. No rubro-negro, sua passagem durou uma temporada, atuando em 39 jogos e marcando 7 gols. Após o fim de seu contrato, foi devolvido ao Benfica e novamente emprestado ao futebol brasileiro.

Ascensão no Brasil

Pelo Grêmio, Diego Souza alavancou sua carreira sendo um dos principais jogadores na temporada. Na equipe gaúcha, conquistou o Estadual de 2007, o vice da Copa Libertadores da América e foi considerado o 2° melhor meia do Campeonato Brasileiro. Muito valorizado, a empresa Traffic adquiriu o passe do jogador junto ao clube luso e o colocou no Palmeiras, comandado, até então, pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. Logo em seus primeiros meses no alviverde, já conquistara o Campeonato Paulista e a torcida palmeirense. Sua ótima fase ainda lhe rendeu o título de melhor meio-campo do Brasileirão ao final da temporada. Em 2009, permaneceu no Palestra e fez parceria de sucesso no meio-campo com Cleiton Xavier, sendo assim, convocado pelo técnico Dunga para dois jogos da Seleção Brasileira nas Eliminatórias da Copa do Mundo 2010. No fim Brasileiro daquele ano conseguiu dois grandes feitos: o de marcar um gol do meio-campo contra o próprio Galo, sendo o único jogador a ganhar uma placa no Parque Antártica[1] e ser eleito o craque da competição[2]. A temporada de 2010 não começou muito boa para o Palmeiras, e após desentendimento com a comissão técnica, foi afastado do elenco principal no dia 08 de maio[3]. Após um mês e meio de indefinição, o jogador foi anunciado como novo reforço do Atlético no dia 30 de junho de 2010, através do twitter do presidente Alexandre Kalil[4][5]. O alvinegro adquiriu 50% dos direitos econômicos de Diego Souza por € 3 milhões[6].

Leandro


Primeiro dos três reforços já anunciados pelo Atlético-MG para a temporada de 2010, o lateral-esquerdo Leandro, que disputou o Campeonato Brasileiro pelo Vitória.

Renan Ribeiro


Biografia

Renan Ribeiro é goleiro do elenco atual do Atlético. O jogador foi revelado nas categorias de base do clube e passou a integrar a equipe profissional em 2009. O jogador subiu ao grupo principal sob o comando do técnico Celso Roth.

Taça BH 2009

Goleiro titular do Galo na Taça BH, Renan foi decisivo em várias partidas. Nas quartas-de-final[1] e semifinal[2], defendeu quatro cobranças de pênaltis contra Botafogo e Grêmio, respectivamente. Contra o Inter na decisão, fez boas defesas e jogou de cabeça enfaixada após incidente com o jogador colorado. O 4° título alvinegro também rendeu ao jogador o troféu de melhor goleiro do torneio.

No início do mês de setembro, Renan foi convocado para a disputa do Campeonato Mundial Sub-20 pela Seleção Brasileira[3]. O torneio aconteceu no Egito e foi vencido pela Seleção da Gana. A equipe africana derrotou os brasileiros nas penalidades, após 0 a 0 no tempo normal.

Equipe Principal

Durante boa parte da temporada 2010, torcedores atleticanos se mostravam insatisfeitos com as constantes falhas dos goleiros nas partidas. Além disso, o pedido para uma chance a Renan Ribeiro no time titular começou a intensificar com a queda do clube no Brasileirão. A primeira oportunidade só veio a acontecer com a chegada do técnico Dorival Júnior, que chegou ao clube para substituir Vanderlei Luxemburgo. Logo em seu primeiro jogo no grupo principal - Renan chegou a fazer dois jogos pela Copa Sub-23 -, fez uma boa partida e se manteve na meta alvinegra. Daí em diante, começou a ganhar a confiança do torcedor e comissão técnica, tornando-se peça intocável na equipe do Galo.

Obina


Biografia

Manuel de Brito Filho, mais conhecido como Obina, é um atacante de futebol revelado nas categorias de base do Vitória-BA. Atuou em grandes clubes do futebol brasileiro, como Flamengo e Palmeiras, antes de chegar ao Galo. O jogador foi anunciado pelo presidente Alexandre Kalil no dia 20 de janeiro de 2010, através de seu Twitter[1].

Natural da cidade de Vera Cruz, há 15 km de Salvador, o jogador iniciou sua carreira de jogador nas divisões de base do Vitória. Apenas integrando a equipe principal do clube rubro-negro em 2001/02, foi por empréstimo ao Fluminense de Feira de Santana por uma temporada. Se destacou na equipe do interior pelo Campeonato Baiano e voltou no ano seguinte ao Vitória. Com mais prestígio e reconhecimento, foi o artilheiro (6 gols) e campeão do Baiano de 2004. Naquele mesmo ano, assinalou 18 gols pelo Brasileirão, mesmo não evitando o rebaixamento do clube para a Série B. Sua permanência com o clube em dificuldades era praticamente impossível e acabou sendo negociado junto ao Flamengo.

Obina chegou ao Flamengo em 2005 e atuou pelo rubro-negro carioca durante 4 temporadas. Lá, conquistou a admiração dos torcidores por ser muito carismático e decisivo nos grandes jogos. Em 182 jogos, marcou 47 gols e venceu 4 títulos, sendo uma Copa do Brasil e 3 estaduais. Na primeira final da Copa do Brasil de 2006, marcou os 2 gols contra o Vasco, o que praticamente assegurou o título ao Fla. Pelo Estadual de 2008, marcou 3 gols nos dois jogos da final contra o Botafogo e foi o artilheiro da equipe na competição, com 7 gols.

O ano de 2009 não começou bem para o atacante e ele acabou sendo emprestado ao Palmeiras no meio da temporada. Chegou ao alviverde com o aval do comandante Vanderlei Luxemburgo e logo no início marcou 3 gols. Mesmo com a saída de Luxa e a chegada de Muricy, o jogador continuou prestigiado. Figurou entre os principais artilheiros do Nacional, com 12 gols, mas um desentendimento com o colega Maurício Ramos no fim do 1° tempo contra o Grêmio, culminou com sua demissão do clube.

Voltou ao Flamengo para a temporada de 2010 e participou de toda pré-temporada no clube carioca. Nas duas primeiras partidas pelo Estadual, atuou mas sem marcar gols. Até que no dia 20 de janeiro, o presidente Alexandre Kalil anunciou sua vinda ao Galo com um contrato válido por 3 anos. Obina desembarcou no Aeroporto da Pampulha no dia 23 do mesmo mês, e foi recepcionado por cerca de 200 torcedores[2][3][4] (veja vídeo na seção Multimídia).

Seu início com a camisa do Galo foi espetacular. Logo nos primeiros jogos, Obina virou ídolo com a camisa do Galo. Na estreia pela Copa do Brasil, o atacante marcou 5 vezes contra o Juventus do Acre. Quatro dias mais tarde, foi a vez de massacrar o Uberlândia com três gols no Parque do Sabiá. Nos 12 primeiros jogos pelo Atlético, foram 12 gols e muita alegria para a massa atleticana. Porém, uma entrada desleal de um jogador da Chapecoense em jogo pela Copa do Brasil, afastou o Anjo Negro dos gramados por 4 meses[5]. Com apenas 7 segundos de jogo, o zagueiro do clube catarinense acertou Obina sem bola e nem cartão amarelo levou. Mesmo fora de forma, o baiano voltou ao time no início de agosto e com o pé calibrado. Nos primeiros jogos, marcou gols que ajudaram o Galo a vencer jogos importantes no Brasileirão. Com altos e baixos na competição, salvou o Atlético do rebaixamento na reta final, como na goleada sobre o maior rival em Uberlândia marcando três gols[6][7]. No dia 21 de janeiro de 2011, o Atlético confirmou a saída do atacante para o futebol chinês, recebendo o valor referente à taxa de vitrine[8] .Em passagem pelo clube, foram 27 gols em 39 jogos, além da conquista do Campeonato Mineiro.

werley


Biografia

Werley Ananias da Silva, mais conhecido como Werley, foi revelado nas categorias de base do Atlético. No ano de 2007 subiu para o elenco profissional, mas sua primeira partida como profissional só aconteceu no ano de 2008, realizada na pré-temporada contra a Francana. Pouco tempo depois, voltou para a equipe júnior e participou dos títulos em Gradisca, Ennepetal e Terborg, sendo o capitão da equipe. Após o retorno da Europa, foi emprestado ao América do Rio e ficou por alguns meses no clube carioca.

Já na temporada de 2009, o jogador passou a ser utilizado sob o comando do técnico Emerson Leão. Nas primeiras partidas do Campeonato Mineiro, fez a função de um terceiro zagueiro atuando pelo lado direito, já que o time possuía uma carência na lateral-direita. Sua afirmação no setor defensivo do Atlético apareceu justamente na troca de treinador do clube. Com a chegada de Celso Roth, o jogador passou a ser titular da equipe. Sua tranquilidade e futebol discreto o levou a ser peça intocável no esquema tático do treinador. No dia 19 de outubro, conseguiu a façanha de ficar 3 meses sem levar sequer um cartão amarelo[1][2].

Neto Berola



Biografia

Sosthenes José Santos Salles, mais conhecido como Neto Berola, é um atacante de futebol revelado nas categorias de base do Buerarema-BA. Em sua passagem pelo Itabuna, foi o vice-artilheiro do Campeonato Baiano com 13 gols. Com boas exibições, foi contratado pelo Vitória da Bahia após o fim do Estadual. No clube da Boa Terra, o jogador foi um dos grandes destaques nas campanhas do Brasileiro de 2009 e Copa do Brasil em 2010. Com a camisa rubro-negra, atuou em 49 partidas. No dia 25 de maio de 2010, foi anunciado como novo reforço do Atlético. O alvinegro adquiriu 80% de seu passe e o contrato é válido por três anos[1].

Réver


Biografia

Réver Humberto Alves Araújo, mais conhecido como Réver, é um zagueiro de futebol revelado nas categorias de base do Paulista de Jundiaí. No clube de São Paulo, atuou por quatro temporadas e conquistou a Copa do Brasil de 2005. Em 2007, o jogador foi emprestado ao Al-Wahda, dos Emirados Árabes Unidos. Voltou ao Paulista na mesma temporada, mais acabou sendo negociado com o Grêmio. No tricolor gaúcho, Réver conquistou seu espaço e foi titular absoluto de 2008 até o início de 2010. O jogador despertou interesse do futebol alemão e foi negociado com o Wolfsburg da Alemanha por € 5 milhões. Entretanto, quase não atuou no Velho Continente e acertou sua volta ao Brasil no dia 19 de julho. A transferência para o Atlético foi confirmada através do twitter do presidente Alexandre Kalil[1][2][3][4]. Após um mês do anúncio feito por Kalil, o jogador foi inscrito no BID e ganhou condições de jogo[5]. Em apenas 18 partidas no Brasileirão, o zagueiro se destacou e fez parte da lista dos melhores jogadores do torneio. Na disputa como o melhor zagueiro, Réver levou o Troféu de Prata[6], apenas superado pelo defensor Miranda, do São Paulo.

Seleção Brasileira

No dia 26 de julho, o zagueiro apareceu pela primeira em uma convocação da Seleção Brasileira[7][8]. Após integrar a primeira lista de Mano Menezes, o zagueiro voltou a ser lembrado no dia 23 de setembro, quando foi novamente chamado para dois amistosos em outubro[9].

Ricardinho


Biografia

Ricardo Luís Pozzi Rodrigues, mais conhecido como Ricardinho, é um meio-campista revelado nas categorias de base do Paraná Clube. O jogador teve boas passagens por grandes clubes nacionais, como São Paulo, Corinthians, e Santos, além da Seleção Brasileira. No dia 10 de setembro de 2009, o jogador foi anunciado como novo reforço do Atlético, através do twitter do presidente Alexandre Kalil[1]. O clube acertou um contrato até o fim de 2011 com o meio-campo[2][3][4][5].

Início da Carreira

Natural da cidade de São Paulo, Ricardinho iniciou sua carreira em meados da década de 90, no Paraná Clube. Chegou ao elenco profissional na temporada de 1995 e permaneceu por mais 2 anos. Além de ter sido tricampeão estadual no tricolor paranaense, o meia começou a ser desejo de vários clubes nacionais e internacionais. No ano de 1998, foi contratado pelo Corinthians para formar dupla no meio com Marcelinho Carioca. No alvinegro paulista, conquistou vários títulos importantes, como dois Brasileiros, uma Copa do Brasil e um Mundial Interclubes FIFA. Às vesperas do início da Copa do Mundo de 2002, o até então técnico da seleção, Luiz Felipe Scolari, precisou cortar o volante Emerson e optou pela convocação do meia corintiano. Entrou em três partidas no Mundial com a camisa 7 e fez parte da conquista do Pentacampeonato. Logo após a Copa, transferiu-se para o rival São Paulo. No tricolor, atuou em duas temporadas sem muito destaque.

Futebol Internacional e Santos

Em 2004, acertou sua ida para o Middlesbrough, da Inglaterra. Permaneceu lá por alguns meses e retornou ao Brasil para defender o Santos. No clube da Vila, conquistou o Brasileirão de 2004 e a Bola de Prata da Revista Placar. Dois anos mais tarde, voltou para o exterior, só que desta vez para jogar no Besiktas, da Turquia. Em seu segundo ano com a camisa do clube turco, venceu a Copa da Turquia, único título com a camisa de um clube estrangeiro. Em 2008, Ricardinho partiu para o Qatar e atuou por 1 ano e meio no Al-Rayyan. Após desligar-se do futebol no Oriente Médio, aceitou a proposta feita pelo presidente atleticano e fechou contrato até o fim de 2011. O Galo é o quinto clube brasileiro que o meia defende.

Volta ao Brasil

Ricardinho chegou em Belo Horizonte na noite de 14 de setembro e foi recepcionado por vários torcedores do Galo. O jogador foi carregado pela Massa ainda no Aeroporto de Confins[6]. No dia seguinte, foi aprovado nos exames físicos e apresentado à imprensa na Cidade do Galo no fim da tarde[7][8]. Sua estreia aconteceu na vitória do Atlético de 3 a 1 sobre o Santos no Mineirão. O meia entrou aos 30 do segundo tempo no lugar de Evandro vestindo a camisa número 80. Já a sua primeira partida como titular do Galo ocorreu longe de Belo Horizonte. O técnico Celso Roth o escalou no confronto diante do São Paulo. O alvinegro derrotou o tricolor paulista por 1 a 0, com gol de Diego Tardelli, após cobrança de falta perfeita de Ricardinho. No fim da temporada de 2009, o jogador oscilou em suas atuações, mas em quase todos os jogos foi mantido como titular pelo técnico Celso Roth. Mesmo com a saída do comandante, o meia foi bastante elogiado pelo novo técnico: Vanderlei Luxemburgo[9].

Galo Doido


Galo

História

No início da década de 30 existia nas rinhas de Belo Horizonte um galo Carijó “forte e vingador” que arrasava todos os seus adversários. Com o Clube Atlético Mineiro não era diferente, pois vencia todos seus visitantes. Em 1945, o chargista Fernando Pierucetti, o "Mangabeira", a pedido do Editor do Jornal Folha de Minas, o jornalista Álvares Maciel, recebeu a incumbência de desenhar o mascote do Clube Atlético Mineiro e de outras equipes mineiras. Com o objetivo de encontrar um “mascote” que se identificasse com a torcida e com o Clube, Mangabeira redesenhou o Galo forte vingador. “O Atlético sempre foi um time de raça. Mais parece um galo de briga, que nunca se entrega e luta até morrer”, disse o chargista.

Outro elemento que contribuiu para a associação do galo ao Clube foi o comportamento do time atleticano na época. "Os times mineiros perdiam os jogos para os clubes dos outros estados, mas estes eram invariavelmente batidos quando encaravam o Atlético. Daí a ideia de Galo Vingador."

Um grande popularizador do mascote foi o ex-jogador Zé do Monte, que defendeu o Atlético nos anos 50. No período em que atuou no clube, ele sempre entrava em campo segurando um galo carijó. Com a conquista do Pentacampeonato Estadual de 1952 a 1956 e o advento do Mineirão, na década de 60, a Massa Atleticana adotou o grito de "Galo!", entoando-o nos estádios por onde o Atlético jogava e popularizando de vez o mascote.

Em 1976, o Atlético foi o primeiro clube no mundo a utilizar torcedores infantis como mascotes. Idealizado pelo Diretor de Relações Públicas da época, Ronan Ramos de Oliveira, as crianças passaram a entrar com a equipe em campo, antes dos jogos. Sem falhar em nenhuma partida, até hoje os atleticanos e atleticanas mirins fazem a festa no gramado dos estádios onde o Galo joga.

Coube também ao Atlético ser o primeiro clube a criar a fantasia de mascote. Em 1980 foi lançado o primeiro “Galo”, que acompanhava as crianças e os jogadores na entrada em campo.

Em 2005, com uma nova roupagem, o “Galo” reapareceu no jogo Atlético x Flamengo (03/07), em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.

Pulgão

O Mascote da Torcida, tem varios nomes, mas é chamado de Pulga ou Pulgão!

Serginho


Sérgio Antônio Borges Júnior, mais conhecido como Serginho, está em sua segunda passagem pelo Atlético Mineiro . A primeira aconteceu no ano de 2007, quando foi campeão mineiro. No fim da temporada foi emprestado ao CRB-AL, mas no dia 8 de Maio de 2008 voltou a reintegrar o elenco alvinegro. Serginho sofreu uma na disputa do Campeonato Brasileiro 2008. O jogador se recuperou de lesão e voltou a jogar no mês de julho de 2009 pelo Atlético no Campeonato Brasileiro 2009.

Daniel Carvalho



Biografia

Daniel da Silva Carvalho, mais conhecido como Daniel Carvalho, é um meia-atacante revelado nas categorias de base do Internacional. Durante três temporadas no Colorado, o jogador despertou atenção do futebol mundial e foi atuar no CSKA Moscou, da Rússia. Jogando no leste europeu, conquistou 11 títulos pelo clube russo, sendo 10 nacionais e uma Copa da UEFA. Além disso, foi o craque do campeonato na temporada de 2005. No ano de 2008, regressou ao futebol brasileiro para sua segunda passagem no Inter. Apesar de ter atuado pouco, conquistou a Copa Sul-Americana batendo o Estudiantes na final. Voltou ao CSKA logo no início de 2009 e permaneceu até o fim do ano. Já em 2010, foi emprestado ao Al-Arabi. No clube do Qatar, Daniel Carvalho esteve durante 5 meses, até negociar sua vinda ao Atlético. O negócio foi concretizado no dia 27 de maio cujo vínculo com o alvinegro é de 2 anos[1].

Sua estreia com a camisa do Galo ocorreu em um amistoso contra o América Mineiro no dia 30 de junho de 2010. Em jogos oficiais, Daniel Carvalho entrou em campo pela primeira vez contra o Avaí pelo Campeonato Brasileiro. Na sequência, atuou contra o Grêmio Prudente na Copa Sul-Americana e sofreu uma lesão que o deixou de fora dos gramados por um mês[2]. Sua volta só ocorreu em 9 de setembro em jogo válido pelo Brasileirão contra o Vasco da Gama[3]. Na ocasião o jogador foi determinante para o lance do gol de empate do Galo. Daniel sofreu uma penalidade aos 40 do segundo tempo, convertida posteriormente pelo meia Ricardinho.

Durante seus seis primeiros meses pelo Atlético, o meia-atacante viveu diante de algumas contusões, todas em locais diferentes. A última delas aconteceu após uma queda no jogo contra o Ceará. Naquele dia, o jogador caiu de mal jeito e sentiu um incômodo no ombro. Voltou a atuar na reta final do Brasileiro mesmo sentindo dores. Faltando uma rodada para o fim do campeonato, passou por uma cirurgia de artroscopia no ombro esquerdo e a previsão é que volte a atuar em 3 meses[4][5].

Marques


Biografia

Marques Batista de Abreu, conhecido como Marques, foi um atacante de futebol e teve três passagens pelo Atlético se tornando ídolo da massa. Em 1997, o jogador foi contratado junto ao São Paulo e teve um grande destaque até o fim de 2002.

Iniciou sua carreira no Corinthians, onde fez seu primeiro teste aos 13 anos de idade. Defendeu o clube por dez anos e conquistou dois títulos: o Campeonato Paulista de 1995 e uma Copa do Brasil no mesmo ano. Em 1996, seguiu para o Flamengo, clube no qual faturou o Campeonato Carioca. No início de 97, seguiu para jogar no São Paulo, mas sem muito sucesso, acabou emprestado ao Atlético.

O jogador caiu nas graças da torcida logo em suas primeiras partidas. Com dribles curtos usando muita agilidade, o atacante ficou marcado por deixar sempre os companheiros na cara do gol. Durante as seis primeiras temporadas em que vestiu a camisa alvinegra, Marques conquistou quatro títulos e fez duplas de ataque memoráveis com os goleadores Valdir - em 1997 e 1998 - e Guilherme - entre 1999 e 2002. Após o final do Brasileirão de 2002, o camisa 9 encerrou sua primeira passagem pelo Galo. No ano seguinte, vestiu a camisa do Vasco e conquistou o Campeonato Carioca. Já em 2004, partiu para o futebol japonês, onde atuou pelo Nagoya Grampus. A passagem pelo futebol oriental durou cerca de 1 ano e meio. No mês de junho de 2005, o xodó voltou ao Brasil para defender novamente o Galo pelo Brasileirão 2005. Em sua reestreia, fez os 2 gols do Atlético na derrota por 3 a 2 contra o São Caetano. Mesmo jogando bem e marcando gols, o xodó da massa não evitou a queda para a Segunda Divisão do futebol nacional. Em 2006, atuou em quatro partidas do Campeonato Mineiro até acertar sua volta para o futebol japonês.

O maior ídolo recente da história do Galo não podia voltar ao clube em melhor momento: no Centenário. Com 6 gols na temporada de 2008, o atacante ultrapassou dois grandes matadores na lista de artilheiros do clube: Nílson e Nívio, com 125 e 126 gols, respectivamente. Em quase toda temporada de 2009, Marques ficou fora das quatro linhas, devido à uma cirurgia no joelho. Recuperado nos últimos meses do ano, voltou a atuar e tem sido importante para o técnico Vanderlei Luxemburgo. Atualmente é o 9º maior artilheiro do Atlético, com 133 gols. Logo em sua volta, o jogador acertou um novo contrato que até maio de 2010. No início da temporada de 2009, submeteu a uma cirurgia no joelho e ficou afastado dos gramados por quase todo o ano, participando de apenas 2 jogos da reta final do Brasileiro. Em 2010, fechou sua brilhante carreira de futebol com o gol do título Mineiro sobre o Ipatinga. Naquela ocasião, o Xodó da Massa fez uma bela jogada, tabelou com Ricardinho e tocou na saída do goleiro.

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